Mercado e estratégia
Estudamos mercados, públicos, concorrentes, decisores, oportunidades e hipóteses de crescimento.
Serve para saber onde existe espaço antes de gastar verba tentando descobrir isso no anúncio.
O que fazemos
Antes de propor qualquer coisa, a gente lê a operação: mercado, decisores, processo comercial, equipe, carteira, metas, CRM, base, materiais e mídia. Isso é o diagnóstico.
O que ele produz não é relatório, é ordem. Quais frentes estão abertas agora, quais podem esperar e o que não precisa ser feito ainda. Uma operação que já tem CRM, base e time rodando começa num ponto. Uma que precisa construir isso antes começa em outro, e leva mais tempo até a primeira conversa nova.
É isso que separa plano de pacote. Pacote roda igual em janeiro e em setembro. Plano muda conforme a fase. As três perguntas ao lado são as primeiras dessa leitura.
Comece como a gente começa
Não existe resposta certa aqui — é exatamente por isso que o escopo sai do diagnóstico e não de um pacote. Veja como o trabalho se organiza.
ContinuarEla acontece em sete frentes. Nenhuma operação precisa das sete ao mesmo tempo, e a ordem também muda: o diagnóstico diz quais estão abertas hoje e quais podem esperar. Percorra as sete abaixo.
Estudamos mercados, públicos, concorrentes, decisores, oportunidades e hipóteses de crescimento.
Serve para saber onde existe espaço antes de gastar verba tentando descobrir isso no anúncio.
Analisamos processo comercial, equipe, carteira, base, metas, CRM, sistemas, materiais, site, comunicação, mídia e estratégias atuais.
É o retrato de onde a operação está hoje. Sem ele, qualquer proposta é chute sobre escopo imaginado.
Revisamos ou construímos os elementos necessários para melhorar a operação antes de acelerar: páginas, apresentações, scripts, CRM, automações, conteúdos, agentes de IA e processos.
Demanda chegando num terreno despreparado vira lead parado na caixa de entrada.
Ativamos inbound, outbound, ABM, mídia, conteúdo, parceiros, eventos e outros canais para abrir novas conversas.
É de onde vem a oportunidade. Qual canal entra e em que ordem depende do ciclo e do decisor de cada venda.
Atendemos, enriquecemos informações, qualificamos, nutrimos, realizamos follow-ups e ajudamos a transformar contatos em reuniões e oportunidades.
É a frente que separa volume de lead de pipeline de verdade.
Criamos os materiais, sistemas e ferramentas que ajudam a estratégia e a equipe comercial a funcionar melhor.
Cada peça nasce de uma necessidade da conversa comercial, não de uma lista fixa de entregáveis.
Medimos resultados, documentamos aprendizados e transformamos aquilo que funciona em processos que podem ser repetidos e ampliados.
É o que faz o aprendizado ficar na sua casa em vez de sair junto com quem executou.
Nenhuma delas é quantidade de post por mês. O diagnóstico responde as quatro antes de qualquer proposta.
Se já existe processo, CRM e time comercial rodando, começamos em ativação. Se não existe, a preparação vem primeiro e ocupa mais tempo.
Ticket, ciclo, número de decisores e nível técnico do produto mudam tudo: argumento, material, canal e quanto tempo até a primeira reunião.
Um mercado e um canal é um trabalho. Três mercados, prospecção ativa, mídia e portal próprio é outro.
O que a sua equipe assume e o que fica com a gente. Muitas vezes operamos junto com marketing interno, agência ou produtora.
Hipótese, teste, dados, aprendizado e evolução — com o aprendizado voltando ao início. Nada entra em escala antes de ter passado por teste pequeno, e nada vira teste antes da leitura da operação.
Não escolhemos canais, campanhas ou abordagens apenas por preferência. Criamos hipóteses ligadas a objetivos comerciais, colocamos em campo, acompanhamos as respostas e direcionamos mais energia para aquilo que demonstra maior potencial.
Quando cada uma é contratada por fora, cada especialista é cobrado pelo resultado do próprio pedaço — e ninguém é cobrado pelo caminho inteiro. A tensão é estrutural, não é culpa de ninguém. O que muda aqui é a quem elas respondem.
Anúncios pagos no Google, nas redes sociais e em portais.
Contratando separado
Quem cuida do anúncio é cobrado pelo preço do clique e pelo número de contatos que chegam. É exatamente isso que ele entrega.
Com a Emcomjunto
O anúncio nasce ligado a quem você quer alcançar, à página que essa pessoa vai ver, a quem vai atender e à reunião que precisa acontecer. Muito contato que não vira conversa não é anúncio bom — é despesa bem apresentada no relatório.
Procurar empresas certas e chamar para conversar.
Contratando separado
Quem prospecta recebe uma lista pronta de contatos, liga, escreve e tenta marcar reunião.
Com a Emcomjunto
O trabalho começa antes de a lista existir: que mercado vale abrir, quais empresas priorizar, com quem falar dentro de cada uma, que argumento usar e que material sustenta a conversa.
Foto, vídeo e material audiovisual.
Contratando separado
A produtora entrega foto e vídeo com boa qualidade técnica.
Com a Emcomjunto
Antes de gravar, a pergunta é para que a peça serve: responder a uma dúvida que trava a venda, abrir a porta de uma empresa específica, ajudar o vendedor na reunião ou sustentar uma página.
O sistema onde ficam seus contatos e o andamento de cada venda.
Contratando separado
Quem implanta a ferramenta configura as etapas, os campos e os avisos automáticos.
Com a Emcomjunto
A ferramenta passa a espelhar como a sua venda acontece de verdade: quem entra, quando vale investir tempo, o que perguntar, quando encerrar e o que medir para decidir o passo seguinte.
Marca, conteúdo e presença digital.
Contratando separado
A agência cuida da marca, do conteúdo e da presença nas redes.
Com a Emcomjunto
A comunicação parte da meta comercial: que mercado abrir, que empresa alcançar, que oportunidade gerar. A peça vem depois da decisão, não antes dela.
Site, vídeo, apresentação, template de rede social, automação. Tudo isso existe aqui — a gente produz mesmo. O que muda é que cada peça nasce ligada a um objetivo comercial, e é isso que decide se ela deve existir. Abra cada uma para ver o porquê.
Para que servePara que quem chega entenda o que você vende, para quem você vende e por que vale conversar — sem depender de alguém explicar por telefone.
Para que servePara responder de uma vez a dúvida que aparece em toda reunião, e encurtar o caminho até a decisão em vez de repetir a mesma explicação toda semana.
Para que servePara a sua equipe publicar com constância sem montar cada post do zero, mantendo a marca de pé mesmo nas semanas em que ninguém tem tempo.
Para que servePara o vendedor entrar na reunião com o argumento pronto para cada tipo de decisor, e sair de lá com o próximo passo combinado.
Para que servePara transformar o interesse de quem clicou no anúncio em conversa de verdade, e para saber qual público respondeu melhor a qual mensagem.
Para que servePara nenhum contato ficar sem resposta e para o time gastar o tempo dele com quem tem chance real de comprar, em vez de com triagem manual.
Repare que nenhuma dessas respostas começa com “porque ficou bonito”. Se a peça não responde a uma pergunta do plano comercial, ela não entra no escopo.
Resultado a gente busca no presente. Estrutura fica. Todo ativo construído é seu, documentado e operável pelo seu time. O que será construído depende do diagnóstico — não é lista fixa.
Dois vêm de operação real, com a fonte e o período em que foram medidos. O terceiro é um cenário e está marcado como tal — projeção e resultado não se misturam aqui. Passe para o lado.
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Varejo · Tecnologia para ponto de venda
A Neoband vende material para o ponto de venda e precisava abrir conversa com grandes contas e redes de varejo. Após entender o perfil do cliente, estudar o mercado e a intenção de busca, a operação foi separada por aplicação: cada tipo de solução passou a falar com o decisor certo, com a mensagem daquele problema.
Operação Neoband, agosto de 2022 a dezembro de 2024.
Ver o case completoESG, eficiência e riscos · Tratamento de efluentes
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Pesquisa clínica · Centros, patrocinadores e parceiros
Ao longo de diferentes projetos, a Emcomjunto construiu experiência assessorando centros de pesquisa, patrocinadores e parceiros em desafios de comunicação, geração de demanda e recrutamento de potenciais participantes. Nossa atuação já passou por campanhas nacionais e regionais, grandes centros urbanos e cidades do interior, estudos com públicos amplos e condições com critérios de recrutamento muito específicos.
Lá em cima você respondeu três perguntas sobre a sua operação, e ao longo da página viu como a gente trabalha. Aqui ficam só as que faltam — as mesmas da primeira reunião, para a conversa já começar no assunto que importa.